FORMAÇÃO

PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL

Com a Formação em Processamento Auditivo Central, as suas equipas vão adquirir conhecimentos teóricos e competências práticas para identificar, avaliar e intervir nas perturbações que afetam a forma como o cérebro interpreta e processa a informação sonora.

Esta formação aprofunda os mecanismos neurofisiológicos da audição central, as técnicas de diagnóstico clínico e os modelos de reabilitação auditiva baseados em evidência científica.

Destinatários
e requisitos

A Formação em Processamento Auditivo Central destina-se a empresas da área da Terapia e setores de atividade que pretendam capacitar as suas equipas e colaboradores para o diagnóstico e reabilitação do processamento auditivo central.

Vantagens
competitivas

Com a Formação em Processamento Auditivo Central os seus colaboradores ficam capazes de:

  • Baseada nas diretrizes da American Academy of Audiology (AAA);
  • Integra teoria neuroauditiva e prática clínica supervisionada;
  • Foco na avaliação comportamental e eletrofisiológica;
  • Aplicável a crianças, adolescentes e adultos;
  • Corpo docente com experiência em processamento auditivo e neuropsicologia;
  • Possibilidade de adaptação do conteúdo ao perfil da instituição.

Plano de
formação

A Formação em Processamento Auditivo Central trata-se de uma formação abrangente, composta pelos seguintes módulos:

  1. Audição: do periférico ao central;
  2. Avaliação auditiva periférica e central e o treino acusticamente controlado;
  3. Reabilitação médico-cirúrgica da audição e surdez;
  4. Perturbação do processamento auditivo e as perturbações de fluência;
  5. Processamento auditivo e as perturbações dos sons da fala;
  6. Processamento auditivo e as perturbações específicas de aprendizagem;
  7. Processamento auditivo e as perturbações do desenvolvimento da linguagem;
  8. Processamento auditivo central e integração sensorial;
  9. Avaliação neuropsicológica no diagnóstico diferencial nas perturbações do processamento auditivo;
  10. Processamento auditivo da infância à população idosa: uma perspetiva para a prevenção;
  11. Prática e estudo de casos clínicos: como montar um programa terapêutico;